Dakota @ 11:59

Qui, 15/10/09

- Pá, tenho aqui uma para vos contar ...

- Conta!, Conta!, Conta!, Conta!, Conta!

- Então é assim ... pá, era uma gaja que quando acabava de fazer amor, gostava de ficar a acariciar os testículos do amante ... Um dia, ele perguntou-lhe ... - Meu benhé (vamos fazer de conta que ela era a Maité e ele já a tratava assim) porque é que gostas de ficar a acariciar os meus tintins? - Óóóóo, tenho umas saudades dos meus .... 

 

É o que dá, dar-me só com gajos (não, não me dá vontade de mudar de sexo :) - é que desabituo-me de conviver com gajas ...



Amorfo de Melo @ 12:21

Qui, 15/10/09

 

Recordar é viver. Ainda assim, há perguntas que são perfeitamente evitáveis.

Dakota @ 12:43

Qui, 15/10/09

 

Não perguntes aquilo que não queres saber eheh

Amorfo de Melo @ 13:04

Qui, 15/10/09

 

É um homem sortudo! Ela saberá sempre pelo que ele já passou e pela forma como sente o mundo.

Ai... o amor, o amor!

Dakota @ 15:39

Qui, 15/10/09

 

Realmente. É uma vantagem. Estar com alguém que sabe exactamente o que gostamos :))


shark @ 14:17

Qui, 15/10/09

 

Olha, eu não consigo deixar de me dar com gajas...
E tenho uma renitência natural a pessoas com pila, que hei-de fazer?

Dakota @ 15:55

Qui, 15/10/09

 

Na realidade, o meu receio tem mais a ver com o hábito na utilização fluente e abusiva de certas expressões que, digamos, são mais da esfera masculina.
Depois acontece-me isto:
No carro com a mamã-
- Foda-se! Paneleiro d'uma merda! Se isto se faz ...?
- O., então que linguagem é essa?!?
- Errr, desculpa mãe.
(esqueci-me completamente onde estava e com QUEM estava - Respeitinho é muito bonito!) :)

Quanto à tua apetência natural em dares-te com gajas (mesmo e principalmente com as que dizem Foda-se! :), acho muito bem! :)

pensar nisso. nisso é tudo e nada.
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